Toda mulher mais cedo ou mais tarde passará pelo tempo de menopausa, período que começa depois da última menstruação, sendo mais recorrente por volta dos 50 anos. Nesse tempo, alterações hormonais ocorrem e conforme a concentração de hormônios sexuais femininos diminui no corpo da mulher, mais mudanças acontecem, entre elas a perda de massa óssea. Ou seja, a produção de estrogênio desacelera e prejudica a estabilidade do esqueleto, o que pode afetar a curvatura da coluna e aumentar o risco de fraturas, o que caracteriza a osteoporose.


Sendo assim, o cálcio seria um dos nutrientes mais importantes do organismo principalmente por estar ligado à saúde de dentes e ossos. Além disso, ele contribui para o fortalecimento muscular, manutenção da pressão arterial e funcionamento adequado das células do corpo.


No entanto, isso não quer dizer que toda mulher necessita de cálcio em abundância. Para que a suplementação do mineral seja realizada o médico deve avaliar, inicialmente, a qualidade óssea da paciente, fatores de risco que levem à perda de cálcio pelo osso e se a alimentação provém a quantidade diária ideal do nutriente, que, acima de 51 anos, é por volta de 1.200 mg/dia, sendo um pouco menor para mulheres que realizam terapia hormonal. Caso haja a necessidade de iniciar a reposição, a principal fonte de cálcio deve ser a alimentação.


Para isso, um nutricionista pode indicar quais os melhores alimentos, a quantidade de porções e o que seria excesso. Isso porque doses excessivas de cálcio também oferecem riscos à saúde e podem ocasionar arritmias e cálculos renais. Para uma dieta balanceada, entre as opções de origem animal estão os iogurtes, leites, queijos e sardinha; as de origem vegetal incluem amêndoas, manjericão, grãos de soja, semente de linhaça, agrião, grão-de-bico e outras.


Falta de vitamina D


A deficiência de vitamina D no organismo pode causar aumento de doenças respiratórias, infecções, fraqueza muscular, diabetes e outros problemas. Ela está relacionada também à falta de cálcio nos ossos, que precisa da vitamina para conseguir absorver o mineral. Sua principal fonte de produção é a luz solar e a ausência ou baixa quantidade é um dos fatores que contribui para o surgimento da osteoporose.


Em contrapartida, especialistas esclarecem que unir as duas suplementações reduz pouco o risco de fraturas e pode variar conforme grupos étnicos e culturais. Ainda assim, determinam que é essencial manter índices regulares de vitamina D no organismo e considerar os suplementos, caso seja necessário.


Pós-menopausa


O termo começou a ser utilizado há pouco tempo com o objetivo de demarcar melhor as fases que vive a mulher. Entende-se que a pós-menopausa se inicia depois da última menstruação e dura até o final da vida, período em que os riscos de osteoporose aumentam.


Entretanto, isso não exclui a necessidade de avaliar se a suplementação de cálcio ou vitamina D deve ser introduzida. Na alimentação em geral, independentemente de ser antes, durante ou depois da menopausa, o importante é evitar o excesso de açúcares, sal e gordura, e priorizar a ingestão de fibras na forma de vegetais como frutas, folhas e legumes.


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Fonte: Viva Bem

Imagem: Envato Elements