Guloseimas é o "prato’’ predileto para crianças, porém, seu excesso pode provocar sobrepeso, e consequentemente riscos para várias doenças como hipertensão arterial, problemas cardiovasculares, hipercolesterolemia e diabetes. Segundo a Nutricionista, Fernanda Barbosa, existem vários motivos que contribuem para o desenvolvimento de obesidade em crianças. "Diversos fatores podem ser enumerados, dentre eles, temos o desmame precoce, ansiedade, maus hábitos alimentares da família, depressão, conflitos em casa, sedentarismo e não podemos descartar os fatores genéticos", explica.

Para ela, alimentos industrializados, doces, fast-food e comidas cheias de gordura hidrogenada, açúcar e sódio, prejudicam na alimentação. Além da comida e o fator genético, o lado emocional delas também influencia no modo de comer. "Uma criança ansiosa pode escolher alimentos que certa forma represente prazer para compensar alguma falta ou insatisfação, normalmente essa ingestão nunca é moderada. A pessoa ansiosa acaba comendo quantidades enormes, representando uma grande ingesta calórica que dificilmente será gastada", diz.


Uma boa alimentação provem de nutrientes para o organismo, como frutas, verduras, legumes, cereais, castanhas e carnes. É fundamental que crianças tenham contato com refeições mais naturais dentro de casa. A nutricionista alerta que alimentos que são matérias primas para outras preparações é mais recomendável que comidas já prontas e congeladas em pacotinhos. De acordo com Fernanda, a idade não determina o surgimento de obesidade, temos desde bebês até a fase adulta. Porém, geralmente a obesidade atinge uma faixa etária de crianças de 5 a 19 anos. O recomendável é os pais procurar ajuda de um profissional especializado.


Autor: Raquel Lima

Fonte de imagem: Google